Ninguém nasce odiando
outra pessoa pela cor de sua pele ou por sua origem ou sua religião.
Para odiar, as pessoas precisam aprender. E se podem aprender a odiar,
podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao
coração humano do que o seu oposto. A bondade humana é uma chama que
pode ser oculta, jamais extinta. (Nelson Mandela)
Você já ouviu falar na palavra diversidade?
Ela
é muito usada em Ciências e Biologia para apontar a diferença entre as
espécies vegetais e animais. É isso mesmo, “diversidade” quer dizer
diferença, aquilo que não é igual.
Do ponto de vista
social a palavra diversidade também vem sendo muito utilizada para
falar das diferenças entre os povos, as culturas e as pessoas.
Já reparou que nenhuma pessoa é igual à outra?
Tem gente baixa, gente média, gente alta.
Tem cabelo preto, cabelo louro, e cabelo pro careca não faz falta!
Há também quem é gordinho e quem é tão magro que a gente vê o ossinho...
Tem quem é negro, branco e amarelo.
Quem gosta de goiaba e quem gosta de marmelo,
Tem criança, adolescente, adulto e velho.
Quem é heterossexual, homossexual ou bissexual,
Quem gosta de andar abraçado e quem acha que dar a mão é mais legal.
A diferença é interessante, porque ia ser muito chato ser tudo igual.
Problema é quando o diferente vira desigual...
É dizendo que, quem é de determinado jeito ou de determinada coisa é feio, não é bom, não é legal, não pode ser feliz...
Isto dá vontade de meter o dedo no nariz.
E dizer: Viva a diferença!
Todo mundo pode ser como é!
Pare de ser chato e botar defeito nos outros!
Olhe para baixo!
Até você pode ter bicho no pé!
Texto de: Elizabeth Franco Cruz.